12.9.09

don't carry the world upon your shoulders




daniela

2 comentários

  1. Alguém tem de o fazer, o pobre Atlas não pode ficar sózinho.

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  2. Ombros e mundo. Isto dava um enorme comentário mas estou mesmo numa maratona para as comentar todas. Uma pessoa tecnicamente não tem mundo nenhum a pesar-nos a não ser o nosso. Mas somos tão incrédulos que pensamos sempre que temos um fardo imenso, que a vida está contra nós, que vamos acabar esmigalhados no solo de tanta pressão e ansiedade (TIPO como eu ando nos ultimos dias, armada em egocêntrica miserável por causa de umas tretas de candidaturas). No fundo, só temos que cuidar de nós, ou isso seria a lógica. Mas depois criamos relações, criamos laços, criamos preocupações, criamos aqueles sentimentos de ver um pedinte na rua e aperta-nos o coração ou de nos chocar-mos com as noticias de mortes no mundo. Há pessoas a morrer enquanto escrevo este comentário, até fico pensativa se reflectir nisso mas continuo a escrever e não há nada que eu posso fazer para impedir a situação. Estou no meu mundo. Mas as pessoas nunca devem confundir o muito dificil com impossivel. Eu lamento sinceramente não ter forças para mudar quase nada e tantas outras pessoas lamentam mas não é depois deitar isso para uma caixa qualquer num canto da consciência. Não se pode salvar um continente inteiro, mas há coisitas tão simples aqui ao lado. (eu não fiz o café para os meus pais e continuam fulos e eu no meu mundo. fala menos, faz mais ana)

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