9.9.09

"you're lazy , just stay in bed"* (project365 - day 065)

e o título veio daqui.

13 comentários

  1. que fotografias fantásticas . amo mesmo*

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  2. gosto muito dos teus lençois. tenho de arranjar assim umas coisinhas bonitas.

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  3. as tuas forografias são lindas lindas :o
    é tão bom estar na cama :D

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  4. eu hoje passei o meu dia inteiro na cama a dormir.
    e ainda acordei pior do que adormeci *

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  5. é mesmo. dia 21 já começam e eu nem quero pensar :x

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  6. que fotografias bonitas, como sempre : )

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  7. hoje estou naqueles dias, e que deito tudo a peder, por ver que já está perdido.

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  8. oh obrigada :)
    hum e sempre mais facil quando se conhece o sitio para onde se vai, ja se tem amigos, ja se conhece os lugarzinhos todos, as pessoas. é tão bom! acho que este ano vou mesmo sentir falta disso -.-

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  9. eu não funciono assim.
    agora, só passado muito tempo, é que volto a esse estado de espiríto. quando vou abaixo, vou mesmo.

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  10. O que dói, o que dói mesmo, nem é o eles partirem. Dói é o facto de eles algum dia cá terem estado. Batido à porta, entrado, acomodarem-se no nosso sofá ou cadeiras, partilharem da nossa comida, tecerem das nossas conversas e tantas outras coisas mais ao menos importantes realizadas em conjunto mas que na hora fatal, é como se fosse tudo ouro. É culpa do toque e do contacto mas aqui reside o dilema humano. Todos nascemos e todos morremos, cá ninguém fica e nada leva, apenas deixa muitas almas chorosas. Deixa, se alguma vez tiver sido convidado a participar com essas almas nas suas vidas. Apenas se, sem insinuar violações ou abusos, tiver penetrado pelo menos em mente nessas almas. Mas pois bem, vamos isolar-nos é? Vamos ser cada um por si a escavar a sua toca e arranjar o seu alimento? É inevitável que contactemos mas, mas pode ser puramente superficial, profissional, cooperativo, desculpas do género. Sabes os funerais? Claro que sabes o que é um funeral mas costumas observar as pessoas à volta? Com todo o devido respeito ao morto mas eu não me contento a olhar para um caixão aberto, tem pouco de se observar se é que me percebes. Está morto. Ponto. Bem, eu costumo observar sim, as reacções, os desesperos, as posturas. Pegando um acaso e nem foi o ultimo, o funeral da minha avo paterna. Ela era o diabo mesmo, nunca aceitou os meus pais e como que ‘despertou’ o meu pai, pelo menos em palavras. Orgulhosa, sádica, filho favorito que é o doente do meu tio, agarrada ao dinheiro, enfim, enfim. Esse é dos funerais que me lembro melhor porque eu fui a única pessoa que se ofereceu para ir no carro com o meu pai que ia atrás da carrinha funerária para o cemitério. Ele durante a missa até se manteve bastante sereno mas no carro, eu vi daquelas coisas que não queria ver. O meu pai a chorar como nunca chorou, de puro desespero e dor, até tive receio que ele perde-se o controlo do carro, mas era uma tamanha explosão de agonia que eu também comecei a chorar. Mais uma vez, respeito a pessoa que morreu em questão mas não tenho por hábito chorar em funerais, apenas se me deixar contagiar pelos outros. Isto vai de encontro às minhas primeiras frases. Consigo aceitar o facto de que eles partem, de que todos partimos, mas afecta os efeitos que eles cá deixam e isso sim mata-me a alma. E então chorei pelo meu pai que por sua vez chorava por a sua mãe que tão má lhe foi.
    (bem, a ideia era maior, mas eu queria tanto comenta-la que agarrei a primeira madeixa de inspiração e colei no Word. Não é grandito mas costumo pensar bastante nisto. Sabes o que comecei a fazer? O meu testamento. Não que pense em morrer, voluntaria ou involuntariamente, apenas pensei ‘e se me acontecer mesmo algo? Eu gostava que pessoas em particular ficassem com certos objectos!’. Mas é mais daqueles projectos de cabeça do que papel. Sabes a primeira pessoa que me veio? Tu. Não para te lisonjear (mas podes ficar), tal vez porque tens sido a minha companhia mais presente, mas queria confiar-te uma porrada de cenas. E depois esqueci a morta e lembrei-me que não te respondi. Não. Sim. Sei lá marta (: espero que o sei dia tenha sido adorável.)

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  11. ora ana, de muita coisa que podia comentar ao teu comentário, vou só dizer: adormeci a pensar em ti, não é que estivesse preocupada preocupada mas já há muito tempo que não havia um dia sem palavras tuas (nem que fosse um sms que começasse por FUCK YEAH, que guardo com muito carinho e amor) *

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  12. Oh, não acredito! :x Eu que pensava que tudo o que te mostrava dizias algo como 'sim, é engraçado' e nem vias e depois fazes-me uma coisa destas? Deixaste-me sem palavras. És super querida. E dorminhoca. *

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