30.4.10

desculpa, mas vou chamar-te amor


Hoje recebi duas prendas da minha irmã mais velha, um livro, com um nome muito bonito, que gostava de ter sido eu a dizer, "desculpa, mas vou chamar-te amor", de um senhor que se chama Federico Moccia. Na parte de trás diz, "Niki é uma rapariga linda, extrovertida, inteligente, simpática e alegre. Tem dezassete anos, e tanto ela como as suas amigas estão no último ano do secundário. O seu dia-a-dia é pautado por desfiles, festas e raves, entre outros divertimentos. Alex é um «rapaz» com quase trinta e sete anos e acabou há pouco tempo uma relação de longa data. Tem três grandes amigos, Enrico, Flávio e Pietro, que são casados. Alex ocupa um cargo importante na área da publicidade, mas um jovem oportunista contratado recentemente pela sua empresa põe em risco o seu emprego. Certa manhã, Niki e Alex têm um encontro, ou melhor, um desencontro - um desencontro que vai mudar tudo. - Esta linda história de amor reflecte a vontade de reencontrar a liberdade e o desejo de nutrir sentimentos verdadeiros, de amar sem regras nem porquês. Retrata o quotidiano, mas também o sonho, a fuga mais bela, mais louca, mais inesperada: uma fuga de amor. E, depois, aquele farol... Enfim, é um mergulho onde o mar é mais azul!", depois digo-te, se podia ser sobre nós. E a outra prenda, foi uma caixa, com uma mensagem para cada dia, durante um mês, não achas isso uma coisa bonita de se fazer a uma irmã mais nova? eu acho que sim, e aposto que vêm daí coisas bonitas, "e de me partir o coração".

1 comentário

  1. Já tinha ouvido falar do Frederico Moccia (aliás, estou para comprar um livro dele há muito tempo, mas atraso sempre a compra). A história pareceu-me interessante. Essa ideia da caixinha é simplesmente a-mo-r-o-sa

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be kind.

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