23.7.10

Cartas à Ana - Dia seis e sete

Cartas à Ana - Dia Seis

(...) támbem se discutiu aquelas situações das quais por tantos motivos diferentes não conseguimos sair, a minha situação, a dela e a dele. Na verdade, nem sei se ele tem conhecimento que vive uma situação género, mas se sabe, sei que de pouco lhe serve, pois quanto mais nos sentimos agarrados mais queremos sair, mais ficamos presos. Ter a noção da situação, não me ajuda, a ela também não, e a ele, pobre coitado, de pouco lhe serve, certamente. É-nos difícil sair, quase impossível, mas está longe de ser impensável.

Martitas

Cartas à Ana - Dia Sete

Hoje foi dia de praia, piscina, limpezas e de perceber o mal de todas as relações.

Martitas
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