22.1.11



reparei hoje, enquanto fazia qualquer actividade que me permitia um pensamento mais profundo sobre a minha vida - embora me tenha proibido de pensamentos muito profundos sobre o assunto - que nos últimos meses as perguntas tinham sido sempre as mesmas, e quando as perguntas não tinham sido as mesmas, a curiosidade de terceiros remetia-me sempre para o mesmo conflito interior: o que pensas de mim? o que vais fazer com a tua vida? o que sentes por ele? e não sei, sempre me pareceu a resposta mais sincera.
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