4.9.13



Contente de me dar como as gaivotas bebo o outono e a tarde arrefecida. Perfeito o céu, perfeito o mar, e este amor por mais que digam é perfeito como a vida. Tenho tristezas como toda a gente. E como toda a gente quero alegria. Mas hoje sou de um céu que tem gaivotas, leve o diabo esta morte dia a dia.

com as Gaivotas, de Eugénio de Andrade 

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