28.1.18

obrigada para sempre

Sem título Sem título 
Olá! Como estás? Sabes que mais, não respondas. Eu não quero saber e a saber gostava que te encontrasses num estado miserável. Ainda assim, aqui estou eu, sinto que tenho que te agradecer pela nossa última conversa. Sim, é verdade. Aquela conversa idiota às seis da manhã que eu sei recitar como se fosse o poema mais bonito que já li, até lhe podia dar um nome: onze anos e nada em comum. Que achas? Sabes que mais? Exacto. Não quero saber. Quero acreditar que esta foi a última vez que me deixaste de rastos, de coração partido e que agora seguimos caminhos separados para sempre. Ah, para sempre, nunca me pareceu uma expressão tão acertada como agora. Mas estou a desviar-me do assunto.  Queria agradecer-te: obrigada. És inspirador. Sempre me fazes escrever mais algumas linhas que apenas a lista de compras e esta sempre foi a minha forma preferida de lidar com emoções. 
não, não, não, é muito cedo para acordar, mas só para hoje ser eu o primeiro (porque eu sei que já estás acordada, quase de certeza) bom dia Martinha. //P. 03/2010
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