Esta nova moda chegou e eu, como muitas de nós, não consegui resistir. Para onde quer que olhasse via carteirinhas dentro deste gênero. Mais pequenas, maiores, noutras formas geométricas, com bordados e com pompons. Eu queria! Sempre que entrava numa loja o meu olhar era atraído para a secção das carteiras e eu sabia que ia me trazer uma certa dose de felicidade ter também uma para mim. Infelizmente os preços eram sempre puxados para os meus orçamentos (que para roupa e afins é igual a zero e eu raramento o levo a sério), então decidi colocar mãos à obra e fazer a minha própria carteira! O resultado final deixou-me muito orgulhosa. Cheia de defeitos e pormenores que não correram assim tão mal, mas feita à minha medida e exactamente como eu queria!
Talvez se lembrem de uma mala-envelope que a minha mãe me fez em 2015? Esta aqui, sim! De tanto uso, de ser tão gira, tão prática e ficar bem com tudo acabou por começar a dar sinais de velhice, a cortiça já estava às manchas e a mala já começava a não ser uma primeira opção nas minhas saídas. No outro dia lembrei-me que tinha comprado cortiça azul (na mesma altura, 2015!) e nunca tinha arranjado uma utilidade para ela e decidi fazer uma nova mala-envelope. Demorei meia hora, não precisei de usar a máquina de costura e estou encantada! Que acham?
Já há alguns anos que aprender a costurar-a-sério é um dos meus objetivos e vontades. Já fui fazendo umas coisas aqui e outras ali mas nunca tinha feito uma peça de roupa de inicio ao fim e por isso estou orgulhosa deste topzinho de borboletas. Sei que é bem simples, mas o tempo das invenções chegará quando dominar bem os básicos. Adeus zaras e olá lojas-de-tecidos!
p.s: obrigada Ana pela ajuda a tirar estas fotografias!
Quando comprei estas calças já sabia que mais tarde ou mais cedo iria querer cobrir as aberturas dos joelhos (quando a moda passasse ou eu me cansasse). Foi mais cedo do que estava à espera pois as aberturas cresciam a olhos vistos e eu já corria o risco de ficar sem calças. Assim, escolhi um tecido e sem precisar de nenhum conhecimento de corte & costura consegui recuperar as calças.
Às vezes o meu nome é Marta Filipa e às vezes é Marta Beijinhos. Nasci no centro do país, longe da praia, mas não necessariamente perto do campo. Cresci numa família atribulada: muitas irmãs, muitos primos e muitos tios (sim, falar de mim e não falar deles poderia ser considerado rídiculo). Agora, vivo entre adorar a calma do som do mar, delirar com a agitação da cidade e estou aprender a gostar de todas as estações do ano. Sou teimosa & apaixonada, na mesma medida. Tenho recordações de uma máquina costura azul, sorrir para câmaras descartáveis e carregar diários por todo o lado. ler mais
Uma coisa eu já sei, viver depressa, viver à pressa, viver com um olho no relógio, na lista de tarefas intermináveis de coisas por fazer, v...
nove anos de gentesentada
O teu blog para mim é uma casa de uma amiga que é sempre a mais linda, a mais autêntica e a que me sinto mais bem vinda. O teu blog é uma janela para novas perspectivas, que me faz acreditar que o mundo é mesmo um lugar melhor. ler mais