Eles ficam felizes por mim, mas eu? Eu não. Não conseguem eles ver o sufoco da minha dependência? As lágrimas no meu olhar? O grito nos meus lábios? Não, não sabem nada! Não me sabem! De forma alguma, esqueceram, num fechar de olhos, tudo aquilo que lhes ensinei sobre mim! Mas olha que não lhes invejo tal inocência, esquecimento, ingenuidade... Não. Eu, eu sei tudo, eu lembro-me de tudo. Eu sei tudo sobre esta dor. Eu sei tudo sobre mim, sobre nós. E eles, tontos, ficam felizes por mim, mas eu não, eu já não sei o que é isso, ser feliz por mim.
(pronto, e afinal só respondo aos comentários amanhã, sim? Ah, e muito obrigada pelas palavras, algumas bastante intrigantes e inspiradoras, devo dizer. Amanhã vou coloca-las todas numa caixinha e começar por tirar uma qualquer, tipo sorteio, assim que realizar essa palavra, tiro outro papel. Ah! E vou tentar arranjar um nome para este "projecto" - entretanto mais palavras serão sempre bem-vindas, ando a precisar de inspiração. )


Grande grito! hilariante fotografia (preto e branco) . gosto! gosto de toda esta energia a saltar do blog, formam cores variadas e brilhantes luzes que saltam das palavras. é a hilariante a forma como atacas-te os últimos post, dignos de um grande aplauso.
ResponderEliminarCump.
bom texto!
ResponderEliminarMarta, qual é o modelo da tua máquina?