21.2.12

Diários: Dias em casa da T.

(zenit-e) 

Na semana que passou surgiu um convite inesperado de ir passar dois dias a casa da minha irmã mais velha (que para quem lê o blog há mais tempo - mais atentamente - sabe certamente que é um pouco longe de Viseu). Conversei com o Pedro, com a minha mãe, revi as minhas obrigações para os dois dias que passaria fora e acabei mesmo por fazer uma mala rápida (apenas o essencial que não deixou de incluir um bloco, estojo e livro) e apesar de não vir carregada de fotografias como é habitual (fiei-me demasiado na zenit e o rolo ficou queimado), aproveitei para dormir até mais tarde, conversar com a minha irmã, ver séries da fox, passear por um sítio novo, visitar a escola da minha irmã, conhecer os seus alunos e acreditem ou não, sinto que trouxe a mala carregada com mais alguns conhecimentos. Na verdade, eu não lhe chamaria conhecimentos, mas antes mais uma forma de ver a vida, de estar. Mais algumas ferramentas para usar na hora de avaliar, compreender e julgar terceiros. Tirei algum tempo para reflectir naquilo que tive oportunidade de observar e sei que, provavelmente, esta visita rápida a terras mais a sul do país me poderá ser útil numa outra fase, numa outra altura, da minha vida.
  (zenit-e) 

(zenit-e) 

Passámos por esta rua que tinha as casa mais simpáticas e bonitas e é lamentável que possa apenas deixar este curto e breve registo, fraco e de péssima qualidade. Infelizmente não tirei fotografias da rua a não ser com a pequena zenit. Mas ainda assim, dá para ter uma ideia, não é mesmo?
   

4 comentários

  1. Marta,
    vc é realmente incrível, seu jeito de encarar a vida, refletir de uma maneira tão peculiar, tão sua, são admiráveis.
    beijinhos
    madoka

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  2. Ora essa, só tento tirar partido de tudo o que a vida tem para me oferecer.

    Beijinho *

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  3. Adorei esta última foto por ser um gesto tão rotineiro que nunca verdadeiramente me tinha apercebido da força, da coragem e do carinho transmitido neste aperto de mão. Ainda bem que gostaste e conseguiste perceber e levar contigo tudo aquilo que eu vivo mas não consigo transmitir por ser tão ténue, tão abstrato que entra diretamente pelos poros da nossa pele e quando chega ao cérebro já não é a mesma coisa. Também sinto que tenho aprendido muito mais do que esperava com esta experiência, não sei muito bem em que aspeto nem quando irei pôr tudo isso em prática, mas... está cá e só quem vive pode perceber... ;)

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