27.7.17

metaforicamente falando

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Ao longo dos anos sempre ouvi reprimendas para a minha pouca sensibilidade para ser sensível. Corrigo. Sensível eu sou. Choro, irrito-me, grito e sei rir até ficar com dores de barriga como nunca vi fazer. Sou até bastante dada a emoções e preocupo-me sempre em tentar perceber quem vai sair magoado (porque há sempre alguém, não é?). Sou eu os outros? A escolher prefiro que seja eu, mas nem sempre me vi livre de fazer alguém chorar. Mas não interessa, não era nada disto que queria dizer. Sempre ouvi queixumes da minha falta capacidade de me expressar convenientemente, como todo o mundo. Não digo 'gosto de ti' ou 'também te amo'. Para ser sincera, eu não acho que o problema seja verdadeiramente meu é mais das minhas pessoas: não sabem descobrir sentimentos em 'avisa quando chegares a casa', ou 'leva um casaquinho'. Ah, não sabem eles como estas palavras são o máximo que meu orgulho consegue dar, mas vão cheias de coração, lá isso vão.

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