15.12.17

o jogo do anjo | mesinha de cabeceira

o jogo do anjo | mesinha de cabeceira

Depois de no inicio do ano ter lido A sombra do Vento de Carlos Ruiz Zafón (que está no meu top de recomendações) não consegui resistir em adquirir e ler todos os livros que pertencem ao Cemitério dos Livros Esquecidos. Seguiu-se o Jogo do Anjo na edição mais bonita, não é? Como já esperava Carlos Ruiz Zafón transporta-nos para uma história ideal para amantes de livros e escrita, com intrigas, amor e muito livro à mistura!

- Creio que tens talento e vontade, Isabella. Mais do que crês e menos do que esperas. Mas há muitas pessoas que têm talento e vontade, e muitas delas nunca chegam a nada. Esse é só o princípio para fazer qualquer coisa na vida. O talento natural é como a força de um atleta. Pode-se nascer com mais ou menos faculdades, mas ninugém chega a ser atleta apenas porque nasceu alto ou forte ou veloz. O que faz uma atleta, ou o artista, é o trabalho, o ofício e a técnica. A inteligência com que nascemos constituiu apenas as munições. Para conseguirmos fazer qualquer coisa com ela, é necessário transformarmos a nossa mente numa arma de precisão.
- E porquê a comparação bélica?
- Toda a obra de arte é agressiva, Isabella. E toda a vida de artista é uma pequena ou grande guerra, começando connosco e com as nossas limitações. Para chegar a qualquer coisa que nos proponhamos fazer são necessários primeiro a ambição e depois o talento, o conhecimento e, finalmente, a oportunidade. 
O jogo do Anjo de Carlos Ruiz Zafón, pág. 202 

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