The apparently perfect lives of three mothers of first graders unravel to the point of murder. Não sei o que aconteceu ao ver esta série mas culpo a Teresa. Falou-me muito bem dela mas quando a fui ver todo o factor surpresa já tinha desaparecido e não lhe percebi o verdadeiro encanto, então não vou dizer nada de nada pois não deixa de ser uma boa opção para um domingo à tarde e uma óptima fonte para boa músicas, porque isso sim, óptima banda sonora! (podem ouvir no spotify!)
filmes & séries
15.3.18
série da semana: the sinner, 2017

Consumida por um ataque de fúria durante uma tarde na praia, uma mulher esfaqueia um estranho até à morte, provando uma onda de choque na sua pequena vila. E depois, garanto-vos, durante oito episódios a vossa vida deixa de fazer sentido porque é preciso perceber o que leva uma mulher aparentemente normal a matar uma pessoa com a faca que estava a usar para cortar a maçã para o seu filho. Era mesmo um estranho? Está a mentir? É possível alguém ter uma crise sem motivo aparente? Agora, mesmo já sabendo as respostas a estas perguntas, tenho alguma vontade de rever a série. Ups.
11.2.18
série da semana: love
Esta série conta com duas temporadas e a terceira já se encontra aí à porta. Não é uma série brilhante, e não ficou das minhas preferidas, mas acho que devido à fase da vida em que me encontro me identifiquei tanto com as personagens que durante alguns dias não fiz outra coisa que sentar-me a ver mais um episódio. Quer dizer, quem pode dizer que nunca escreveu e rescreveu a mesma mensagem, esperou um dia ou dois antes de a enviar e quando o faz teve a certeza que algo ia correr muito mal? E é isso mesmo, esta série ilustra (maior parte das vezes, de forma bem divertida) o que é o amor e as relações nesta época em que vivemos, acompanhando o Gus e a Mickey enquanto eles se descobrem um ao outro e também a si próprios. Recomendo para os domingos de tardes aborrecidas.
A program that follows a couple who must navigate the exhilarations and humiliations of intimacy, commitment and other things they were hoping to avoid.
20.1.18
série da semana: dark
Isto é assim, se estiverem sem nada para fazer: vejam esta série! Se, por acaso estiverem a fazer alguma coisa: parem e vejam esta série. Mais uma boa aposta do netflix e uma das minhas preferidas de 2017. Recomendei a todos os meus amigos (e ninguém viu, porque vejo séries como se tratassem de curtas de trinta minutos e ninguém acompanha o meu ritmo).
Em 2019, o desaparecimento de um rapaz gera o pânico entre os habitantes de Winden, uma pequena cidade alemã com uma história estranha e trágica.
Lembra alguma coisa, não é? Stranger Things, eu sei. Desaparecimento, miúdos e miúdos à procura de respostas. No entanto esta não é tão voltada para a fantasia e para os montros de outros mundos, mas mais focada na ciência, religião e uma questão muito especial: o tempo.
22.12.17
série da semana: mindhunter
Ok, mais um original do Netflix: Mindhunter ~e não, não recebo nada em fazer publicidade constante ao netflix. pago a minha mensalidade todos os meses como qualquer comum mortal ~ Mas porque comecei a ver esta série? Bem, foi um amigo que falou a um amigo que falou um amigo e assim que me chegou aos ouvidos fiquei logo interessada. Algo que não sabem sobre mim é que vi todas as temporadas de Mentes Criminosas e volta e meia ainda me apanho a ver episódios repetidos. Assim, quando percebi que esta série seria como uma espécie de antecedente fiquei muito curiosa. Agente Ford e Bill Tench vão entrevistar e estudar alguns dos maiores criminosos da época para compreender a sua maneira de pensar e eventualmente prevenir e compreender alguns dos crimes, cool huh?
Em 1977, Holden Ford, um negociador de reféns frustado, encontra um aliado improvável no agente veterano Bill Tench, com o qal estuda um novo tipo de assassino.
p.s.: e já foi anunciada segunda temporada!
16.12.17
Série da semana: Alias grace

Se tiverem o próximo fim-de-semana livre recomendo que dediquem algumas horas a ver Alias Grace uma minissérie de seis episódios original do netflix.
O jovem médico americano Simon Jordan chega à Penitencinária de Kingston, no Canadá, para estudar a mente desconcertante de Grace Marks, uma assassina condenada.
A série é baseada no romance de Margaret Atwood publicado em 1996. A história é sobre o assassino de duas pessoas e apesar de não ter memórias do momento em que aconteceram os assassinatos Grace Marks e um outro homem são condenados pelos crimes. O homem, criado na casa onde Grace Marks também trabalhava, é condenado à morte e Grace é condenada a prisão pérpetua. A história é-nos contada pelas entrevistas e alguns flashbacks, o que faz com que fiquemos agarrados até ao final do último episódio para podermos decidir se acreditamos ou não em Grace e na sua inocência.
Murderess is a strong word to have attached to you. It has a smell to it, that word - musky and oppressive, like dead flowers in a vase. Sometimes at night I whisper it over to myself: Murderess, Murderess. It rustles, like a taffeta skirt across the floor.
3.12.17
SÉRIES PARA RELAXAR
Sabem aquelas séries que gostamos de ver ao final do dia, especialmente aqueles dias super cansativos em que só queremos desligar por um bocadinho? Bem, eu tenho uma lista de séries especiais para esses dias: The good place, The Simpsons, The Modern Family & How I met your mother. Todas leves e com muito humor à mistura.
29.9.17
as minhas séries preferidas

O ano passado comecei a trocar os filmes pelas séries e lentamente juntei-me ao grupo de pessoas que quando começa a ver um série até se esquece de jantar. Vejo episódio atrás de episódio atrás de episódio e quando dou conta passou o fim-de-semana e eu não vi a luz do dia. Portanto decidi deixar aqui a lista das minhas séries preferidas-mesmo-preferidas e se não viram, bem, eu não sei mesmo do que estão à espera!
1. STRANGER THINGS
STRANGER THINGS É A MINHA SÉRIE PREFERIDA DE TODOS OS TEMPOS. A sério, se apenas pudesse escolher uma para recomendar seria esta! O que é engraçado é que não é bem o meu gênero. É uma série muito de ficção cientifica, maior parte do elenco é constituido por miúdos (que fazem muito bem o seu papel) e é vivida na década de 1980 (sendo todo o ambiente muito caracteristico dessa época. As casas, as ruas, as roupas e claro, a música). A história começa com o desaparecimento de um dos miúdos e o que acontece enquanto os seus amigos decidem ir à sua procura e se cruzam com Eleven! Eu acho que o me faz gostar tanto desta série (que a primeira temporada tem apenas oito episódios) é que está cheia de referências a outras filmes, livros e personagens e porque a episódio a episódio vamos descobrindo mais informação e percebendo aquelas primeiras deixas dos primeiros episódios até ser revelada uma grande verdade final! Cereja no topo do bolo? A segunda temporada está quase quase aí!
2. BLACK MIRROR
Para mim cada temporada de Black Mirror é um conjunto de filmes brutais que conseguem mesmo mexer com as minhas emoções. Nunca consegui ver mais do que um episódio de cada vez, porque no final precisei sempre de reflectir sobre aquilo que acabei de ver e alguns dos casos fiquei até fisicamente mal disposta. Cada episódio é independente e abordam temas da nossa sociedade, especialmente sobre as consequências do uso da novas tecnologias e que caminho que estas estão a tomar, havendo episódios com tecnologia do "futuro" (que sabemos que em alguns casos não estará assim tão no futuro) e daí o nome, os ecrãs escuros dos nossos telemóveis, televisões, tablets. Dentro do vários episódios confesso que os meus preferidos não são os mesmo que os das outras pessoas com quem tive oportunidade de falar, pois aqueles em que a realidade é mais parecida com a nossa foram os mais me fizeram pensar: White Bear, Shut up and Dance e The National Anthem (que numa das últimas cenas queremos mesmo virar a cara para o lado).
3. MR. ROBOT
3. MR. ROBOT
Mr. Robot é uma série sobre uma revolução que um grupo de hackers organiza para destruir uma grande-grande companhia e mudar o nome, mas o melhor da série, para mim, é a que personagem sofre de transtorno social e depressão e nós, público, somos um dos amigos-vozes-something com quem ele fala e então algumas informações cruciais das séries nós vamos descobrindo à medida que a personagem principal descobre e às vezes é mesmo tipo: uau não estava nada à espera disto.
4. THE HANDMAID'S TALE
Para já, envolvi-me de tal maneira na história desta série que me fartei de chorar nos últimos três episódios. É verdade, aconteceu, e isso já devia ser um sinal deviam ver, certo? Se ainda assim querem mais alguma informação, a série é baseada num livro com o mesmo nome de 1985 e tem dez episódios. Um conjunto de situações permite que seja criado uma nova sociedade com diferentes estatutos sociais dos que estamos habituados. Num ambiente bastante rígido, militarizado e controlado, as mulheres não podem trabalhar, ter dinheiro ou qualquer tipo de posse (ah e não podem ler, claro) e as poucas mulheres que restam nesta sociedade que ainda conseguem ter filhos passam a ser as handmaids e resumidamente, terão os filhos pelas famílias dessa nova sociedade num ritual, bem, terão que ver. Ao longo dos episódios acompanhamos as experiências de June/Offred que se vê introduzida nesta sociedade e entre se manter em segurança e seguir as novas regras, tenta juntar-se a um movimento de revolta e encontrar a sua filha. Curiosos? ~ they should never have given us uniforms if they didn't want us to be an army.
5. SKAM
Skam é uma série norueguesa e provavelmente mais indicada para jovens visto que visa os seus problemas e dramas. Mas o que achei bastante singular nesta série é que cada temporada acompanha apenas umas das personagens e nós como espetadores também só sabemos aquilo que aquela personagem vê, ou seja, vimos sempre tudo da perspectiva de uma só pessoa o que, tal como na vida real, faz com que não tenhamos sempre toda a versão da história e temos que basear a nossa opinião na verdade de cada um. Gostei que dentro dos vários temas que forma abordados, não se deixaram cair apenas nos clichés, gostei da banda sonora e vejam só, num dos episódios tem até uma referência à minha série preferida!
E daí desse lado, qual é o vosso top de séries?
4.9.16
filmes & séries
dois filmes feitos para domingos: amor, romance, histórias impossíveis, escolhas, acasos e vestidos bonitos.
14.8.16
filmes & séries
Porque o verão são livros, séries e filmes. também. Os meus últimos filmes preferidos. The perks of being a wallflower (como fiquei tanto tempo sem ver este filme?), Room (o livro e o filme contam a mesma história de maneiras diferentes. e é surpreendente, que mesmo depois de eu ter lido o livro e saber o que iria acontecer, não deixei de ficar ansiosa em todos os momentos altos da história). The Danish Girl (palmas para este filme. palmas. sinceras), Colonia (baseado em factos reais, questiono-me como este filme não trouxe mais pessoas a falarem dele).
27.12.15
Se estão a planear ver filmes nesta época natalícia, verifiquem se Me and Earl and the Dying Girl está na vossa lista. Há muitas coisas que me fazem aconselhar este filme: o argumento - a forma como a história é contada, como cada personagem é caracterizada e o fim. Sim, o filme fez-me rir e (quase) chorar. Mais: gosto muito que eles façam filmes. Lembra-me um pouco o meu próprio ciclo & secundário com a Manuela e fico muito contente com o filme que ele faz para ela.
Já agora, acrescentem este filme na vossa lista também X+Y. Acho que é preciso prestar mais atenção ao rapaz Asa Butterfield porque tem mostrado muito boas prestações em vários filmes e esta é mais uma. Posso confessar uma coisa? Não adorei o fim.
18.10.15


Então, por mero acaso, eu li isto sobre este filme: OXV: The Manual. Fiquei bastante curiosa e porque não via um filme realmente bom há séculos decidi que este seria o próximo num dos meus poucos tempos livres (ou seja, quando estou mesmo cansada de estudar e/ou trabalhar para a escola) e não estou de todo arrependida! Deve fazer agora uma semana, uma semana e pouco que o vi e já o recomendei a uma séria de pessoas (ainda ontem à noite o recomendava a um amigo num bar) e por isso, faz todo o sentido partilhar aqui também. Quem não viu, corre para ver! Gostei muito do argumento: a forma como aborda a questão da sorte/livre arbítrio/destino. Que é questão que muitas vezes me ocorre a mim também: quanto disto tudo, realmente, eu controlo? No IMDb diz que está na categoria de Sci-Fi/Mystery/Romance, mas mesmo que não seja essa a vossa onda, podem ver na mesma.
"The luckier we are, the less we care about it."
9.8.15

Nos últimos dias tenho tido mais tempo livre e para além de aproveitar para ir passear e estar com as pessoas que gosto, também tenho dedicado uma parte desse tempo a ver os filmes que já estavam em lista de espera há alguns meses (claro, as férias da escola ajudam e muito). Pensei então em fazer uma lista dos meus preferidos os últimos tempos e que acho que vocês desse lado (se ainda não viram) devem ver.
Para quem tem crianças em casa
ou simplesmente são como eu, e gostam de ver os filmes de animação, também.
Home, 2015
Este filme foi muito falado, mas apesar disso, quando o fui ver não sabia nada sobre a história e apanhou-me de surpresa. Eu acho sempre muito interessante quando decidem escrever sobre o que outras espécies vêem nos seres humanos e estes pequenos aliens são demasiado engraçados para o filme passar em claro. Resumindo: achei o filme super super divertido!
Paddington, 2014
Eu pensei que ia gostar mais, mas a história passa demasiado devagar e tem muitos clichés. É mais indicado para crianças, eu suponho.
Box Troll, 2014
Não ouvi falar muito do filme. Aliás, eu ouvi falar muito do filme, mas nada de espantoso e maravilhoso. O que realmente me admira pois gostei imenso das mensagens por detrás do filme e acho muito importante passar estas lições, especialmente aos mais pequeninos. Não julgar as pessoas (ou monstrinhos, neste caso) com base naquilo que nos é dito é algo realmente muito importante! a reter e aprender. Mais, aquela personagem com alergia a queijo que ainda assim quer entrar na sociedade do queijo diz muito também: é preciso aceitar quem somos e só assim poderemos ser felizes. Eu aconselho, vivamente!
Para os graúdos de casa
Theory of Everything, 2014
Gostei, gostei! Mulher de coragem, homem brilhante. Fui ver o filme sem saber de que se tratava a história... Mas ficou nos meus preferidos e recomendo vivamente!
Still Alice, 2014
Tocou-me muito pois muitas vezes sinto-me tão cansada que não consigo memorizar coisas básicas e simples e que tenho que fazer no momento a seguir. Quanto às coisas mais importantes, sinto a necessidade de apontar para conseguir relaxar e não viver cheia de ansiedade de me esquecer de fazer algo. Por isso, este tipo de doenças incomoda-me e muito. Quanto ao filme mesmo, de ter sido tão falado, eu esperava algo muito melhor.
Lucy, 2014
Este filme estava nos meus filmes para ver, mas não sei muito bem porquê. Acabou por ser mais sugestão do Luís do vontade minha de ver. No entanto, eu gostei e fiquei presa ao filme até ao fim. Mas digo já, que se usar 100% do cérebro se parece minimamente com aquilo, bem, eu passo!
Disconnect, 2012
O filme mais antigo desta lista e foi escolha da minha irmã mais velha. Não sendo o filme mais profundo e com o argumento mais trabalhado, achei-o, ainda assim, interessante. Disse ao Luís (que estava a jogar em vez de ver o filme) que era sobre "Internet" mas quando ele veio ver o filme, ele disse: não é sobre internet, é sobre relações. Eu digo mais, é sobre confiança. Achei que era uma boa maneira de ver a coisa.
p.s.: só não sou super fã de fins em aberto!
9.2.14
Este ano tem sido um ano de muitos filmes e poucas horas de sono (não por vontade própria, e é algo que tenho tentado resolver) no entanto, tenho já alguns filmes preferidos para este ano. Para além do About Time (que ainda é o preferido deste ano), Silver Linings Playbook e Joséphine (se alguém descobrir o nome das músicas deste filme, tem direito a uma surpresa) que já aconselhei em domingos anteriores, hoje decidi falar de mais um ou dois. Confesso que tenho andado muito à volta das comédias românticas. Oh, é que preciso de coisas animadas e por isso, a lista é bastante baseada em amores mais ou menos impossíveis.

confusion in her eyes that says it all, she's lost control. and she's clinging to the nearest passer by, she's lost control. and she gave away the secrets of her past, and said i've lost control again. and a voice that told her when and where to act, she said i've lost control again. and she turned around and took me by the hand, and said i've lost control again. and how i'll never know just why or understand, she said I've lost control again. and she screamed out kicking on her side and said i've lost control again. and seized up on the floor, i thought she'd die, she said i've lost control. she's lost control again, she's lost control. well i had to phone her friend to state my case, and say she's lost control again. and she showed up all the errors and mistakes, and said I've lost control again. and she expressed herself in many different ways, until she lost control again. and walked upon the edge of no escape, and laughed i.'ve lost control. she's lost control again, she's lost control. she's lost control again, she's lost control.
6.9.10
Ok, ontem à noite vi o Control. Não chorei uma única lágrima. E ainda fiquei um bocadinho de tempo a questionar-me sobre onde é que tu achas que eu devia chorar. A sério. Não chorei. Não é um filme para chorar. Tal como não chorei com o Forrest Gump (acho que não, já nem me lembro ao certo) e tu disseste que eu ia chorar. Como tu choraste, a ver o control e forrest gump. Mas voltando ao Control o-filme-que-devia-ter-visto-contigo, não chorei mas gostei, quando acabou eram duas da manhã mas eu não tinha ponta de sono (o que não costuma acontecer quando vejo um filme), mas fiquei com vontade de andar à porrada (e sei que é efeito do filme) e sei que me apetece dizer asneiras em todas as minhas frases (o que é efeito do filme, certamente) e sei que estou realmente na boa com as coisas todas à minha volta (o que é efeito do filme, acho) porque simplesmente não quero saber de nada (o que tem que ser efeito do filme, acho). Mas só acho,porque no filme não é bem isto que acontece, e tu sabes, mas eu também sei que é efeito do filme, juro que sei. Por isso, se no outro dia estava em modo de closer, hoje estou em modo de control. Só por isso, já merece ir para os preferidos, foda-se.
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